Cuidado com os fogos de Artifícios

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Gato é tudo de bom!

                        
Literalmente, gato é tudo de bom. A expressão – é um gato (uma gata), para citar a beleza e atração sexual, ou gatinho (a) para exemplificar a doçura, outras expressões presentes no nosso cotidiano como - pulo do gato – agilidade, olhar felino - olhar arguto, andar de gato – suavidade.

Se prestarmos atenção, os ditados populares são repletos de frases alusivas ao comportamento do gato como metáforas ao comportamento humano. Mesmo convivendo com eles fica difícil compreender seu modo de ser sem cair em certo antropomorfismo, ou seja, projetando no comportamento do animal características que são nossas.

Representa isso nossa dificuldade em aceitarmos o outro sem querer encontrar características que são apenas nossas? É possível amar sem querer transformar, igualar ou projetar nossas qualidades no outro?

Realmente somos seres estranhos, temos dificuldades em aceitar diferenças, o que não nos é semelhante não é bom. Fazemos isso constantemente. Com o amigo, vizinho, com a pessoa de outro estado, de outro país (esse então sempre será um bárbaro).

Esses são apenas alguns motivos para justificar o título desse texto. Gatos não te tratam de forma diferente se você fala russo, japonês, árabe ou português; se você é negro, branco ou amarelo; se você tem carro ou anda a pé; se é homem ou mulher; se usa roupas caras ou simples; se aparece diariamente em colunas sociais ou é um mero desconhecido; enfim eles não levam em conta as diferenças “abismais” que povoam a nossa arrogante sociedade.

Eles levam em conta algumas coisas que estamos deixando desaparecer, que não estamos cultivando e que estão nos tornando menos humanos. Como o amor, o respeito, a capacidade de compreender a dor que o outro sente, a tolerância e o fato de que nossa condição de animal é também a deles. O gato, com sua aguçada sensibilidade, percebe isso muito facilmente. Ele está aí para nos ajudar a resgatar essas “coisinhas “ que nos tornam melhores. Eles nos dão chance de recuperarmos nossa humanidade.

Se você ainda tem dentro de si amor para dar, vai poder desfrutar de um afeto inigualável adotando um gato, pois gato é tudo de bom!

Gato é tudo de bom! Desfrute da companhia de um e você verá que ainda é possível amar e ser amado sem condição nenhuma.
Texto e foto: Maria de Lourdes Secorun Inácio

Links de Entidades de Proteção Animal

Araraquara - SP
Belo Horizonte - MG
Blumenau - SC
Campus UFRGS - Porto Alegre - RS
Caxias do Sul - RS
Caxias do Sul - RS
Florianópolis - SC
Joinville
Novo Hamburgo - RS
Porto Alegre - RS
Porto Alegre - RS
Porto Alegre - RS
Porto Alegre - RS
Santa Maria - RS
Santos Dumont - MG
São Leopoldo - RS
São Leopoldo - RS
São Paulo
São Paulo - SP
São Paulo - SP
Viamão - RS

sábado, 1 de novembro de 2008

Olavinho

Sábado, 1 de novembro de 2008

Olha quem ganhou um lar: um dos bebês da Lady. Agora ele se chama Olavinho.


"Abaixo, alguns flashes do meu Olavinho.
Um abraço.
Gabriela"

E-mail enviado ao Amigo Bicho em julho/2009:

"Olá, td bem?
Em anexo, segue foto do Olavinho (o gato mais metido que eu conheço). Como sempre muito brincalhão e bagunceiro, está posando na foto para mostrar quão alto está em seus 8 meses de vida.
Um abraço,
Gabriela"

Reunião da WSPA em Porto Alegre - RS em out/2008

Sábado, 1 de novembro de 2008


Fowler Braga, diretor comercial do Quintal de São Francisco e do Projeto Focinhos Gelados, orientando como manter uma entidade protetora.



Maria de Lourdes e o novo amigo Paulo, do Fundo Vira-Lata de Garopaba-SC.

Momentos de descontração nos intervalos das palestras.


Vereadores Sebastião Mello e Beto Moesch de Porto Alegre em debate com os protetores afiliados.



Vereador Beto Moesch, homenagem da WSPA pelo empenho na aprovação da lei de retirada das caroças em Porto Alegre.


Maria de Lourdes e Diane se revesando pra fotografar com ela... Marlene Nascimento do Clube dos Animais de Santa Maria. Uma super protetora que também salvou o cão arrastado pelo velhinho num fusca.





Halem Guerra. Instituto Ecosul de Florianópolis. Preciosos ensinamentos ecológicos.


Elisabeth McGregor. Gerente de Desenvolvimento da WSPA no Brasil.


Diane, participando do fórum de discução.


Rodrigo Alvarez, doutrinando os "empresários" do ramo animal em capatação de recursos.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Eugênio

Segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Olá! Este sou eu quando minha mãe resolveu me adotar.

Eu nasci no porão de uma loja na Rua Moron, e a Dona Lurdes estava tomando conta de mim. Eu já havia sido adotado e devolvido, porque eu só queria brincar e ficar no colo o tempo todo, realmente um “horror de gato”.
Sorte da minha mãe, que viu minha foto no blog e pronto, não teve mais como escapar. Vim para casa num dia frio de julho, e claro, quase fiquei com o nome de chicletão, pois só parava de chorar no colo e dormindo na cama, mais precisamente no pescoço da minha mãe (embora me pareça que ela não achou tão ruim assim). Mas isso foi só na primeira noite, na segunda já elegi o sofá onde a vovó assiste televisão, e desde então tenho dormido por lá mesmo.


Eu gosto de ficar perto da minha vó quando ela assiste televisão ou lê. É bom lembrar que ela “NÃO QUERIA MAIS SABER DE BICHO DE JEITO NENHUM, NÃO MESMO”.
(Esta é ela lendo imóvel para não me incomodar)


Ela dizia isso, porque já tinha o Tank e o meu irmão Mel em casa.
O Tank logo de início ficou meu amigo, cara simpático, ele só fica bravo quando vou comer a comida dele, o que vou fazer se parece sempre mais gostosa?


Meu irmão é o Mel, assim como aconteceu comigo, ele foi confundido com uma menina no início, mas tudo bem, sem traumas. No início ele não gostou muito da idéia de me ter em casa, mas agora temos uma relação meio de amor e ódio. As vezes eu não posso vê-lo em paz, que corro, pulo, mordo, não paro nem quando brigam comigo, atazano a vida dele e ele corre de um lado para outro da casa tentando ficar o mais longe possível de mim.


Ás vezes, ele fica por perto, quando eu dou uma folga.


Outras vezes, como eu não gosto de ficar sozinho, grudo mesmo.
Mas quando minha mãe me pega para dar remédio e eu fico miando desesperado (adoro fazer uma manha), ele vem correndo ver o que está acontecendo. Outro dia, quando eu fui castrado (minha mãe explicou que era muito melhor para mim e que eu viveria muito mais desse jeito), e ele foi tosado (coitado, ficou muito feio), ele cuidou de mim a noite toda.


Já tomei até banho, e mesmo não tendo gostado muito até que fiquei comportado, nenhum arranhão, naquele dia ao menos.


O meu vô me chama de marginal na frente dos outros, mas quando eu e ele levantamos de manhã cedinho, ele me enche de comida. Acho que ele fala isso porque eu não paro quieto, arranho tudo e me enfio em todos os cantos, embora ache que o que ele não gosta mesmo é que eu coma lesmas e as traga para dentro de casa... contribuição, ora.
Meu pai, o Marcelo, me chama de guri, e minha mãe, a Giovana, me chama de Tigre (não sei por que), e eu gosto de ficar grudado neles, não importa se deitado no meio ou quase sendo pisado na cozinha, no banheiro... Na hora da foto eles ficaram me segurando e eu louco para pegar o novelo de lã da minha vó, adoro ver as agulhas mexendo, ela é que não gosta muito.


Em geral, eu amo um colinho...


Ficar pegando um solzinho no pátio...


Tirar um soninho...


Com companhia, de preferência...


Eu sei que eles me adoram, pois sempre falam que a casa ficou muito mais alegre depois que eu cheguei.
...Eu concordo...


Obrigado por tudo, e minha família manda agradecer muito por terem me confiado a eles.
Com carinho
Eugênio

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

WSPA

Diane e Maria de Lourdes estarão em Porto Alegre em um encontro da WSPA, na quarta dia 22/10 até 26/10 domingo.
O Workshop é destinado aos afiliados da região Sul
...o Amigo Bicho se fortalecendo!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Luna


Terça-feira, 21 de outubro de 2008



Luna
Infelizmente hoje dia 20/10/08, por volta das 18 horas nossa cadelinha, a LUNA, conseguiu escapar nas imediações do Zaffari Vergueiro.

Ela tem cerca de três anos de idade, possui porte médio e tem uma cor marrom-alaranjada e branca. É muito dócil, atende pelo nome e tem um latido especial (bastante agudo, quase irritante, hehehe). Estava usando uma coleira cor-de-rosa, como a da foto em anexo.

Peço a todos que por gentileza tenham localizado um cão com essas características, liguem para o fone 54 8118-8189.
Ela foi vista pela última vez nas imediações do "banhado da Vergueiro".
Obrigada.
Juliana

Luna voltou para casa sozinha depois de dois dias de passeio.

Feira de adoção - outubro/2008

Terça-feira, 21 de outubro de 2008

Feira de adoção, dia 18/10/08, em frente ao Igaí.
Voluntários distribuindo panfletos educativos para os motoristas.






segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Clara e Paco

Segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Estes são os xodós da nossa amiga e colaboradora Andréia Morello.
A SRD é a Clara, ela adotou comigo ainda nos tempos do Capa, e ela mesma providenciou sua castração.
A Clara era de um andarilho que as pessoas conheciam por Macaco, ele morreu queimado dentro de seu pequeno casebre próximo ao Lar da Menina, ela e mais um cachorrinho que eram os companheiros inseparáveis dele ficaram alguns dias sentados junto aos escombros, uivando o tempo todo, sem entender o que havia acontecido.
Até que foram resgatados.
Um certo dia a Andréia me ajudou a resgatar uma cadelinha, então viu e se apaixonou pela Clara, que se chamava Menina.
O Basset Hound é o Paco, que é apaixonado pela Clara e não desgruda dela um segundo sequer!



domingo, 12 de outubro de 2008

Carlitos

Domingo, 12 de outubro de 2008

Pode parecer incrível, mas o Carlitos já foi cavalo de carroça, e muito, muito mal-tratado. E não faz muito tempo não!
Mas hoje ele é o xodó da Manuella Lopes
Ela cuida e protege ele com muito amor e carinho!


"Não comer carne significa muito mais para mim que uma simples defesa do meu organismo; é um gesto simbólico da minha vontade de viver em harmonia com a natureza. O homem precisa de um novo tipo de relação com a natureza, uma relação que seja de integração em vez de domínio, uma relação de pertencer a ela em vez de possuí-la. Não comer carne simboliza respeito à vida universal." Pierre Weil
"A questão não é a de saber se o animal pode pensar, raciocinar ou falar... a questão é: Eles podem sofrer?” Jeremy Bentham
 
Associação Amigo Bicho - CNPJ 10.866.350/0001-99 - 2009